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Embalagens Flexíveis ajudam na sustentabilidade e reduzem custos.

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As embalagens servem para proteger produtos contra danos durante os processos de manuseio, transporte e estocagem, preservando-os para que possam chegar ao destino final sem que suas características e qualidades originais sejam comprometidas. As principais barreiras a que as embalagens são submetidas são: umidade, oxigênio, gases, odores e luz, assim como as barreiras contra insetos, germes e mofo.

As embalagens flexíveis são todas aquelas que se ajustam ao formato do produto acondicionado e que tenham até 250 micras de espessura. Elas podem ser formadas de um só material, ou pela combinação de diversos elementos. São leves e ocupam um espaço menor. Além disso, podem ser moldadas para adquirirem diversas formas e tamanhos, de acordo com o produto e com o equipamento embalador. A produção de resíduos também é menor em comparação com outros tipos de invólucros.

A estrutura de laminação aplicada no processo de embalagem pode variar de acordo com o item. Além disso, cada uma utiliza um tipo diferente de adesivo em sua fabricação.

Para definir as necessidades de cada estrutura é preciso considerar as características do conteúdo que a embalagem irá acondicionar e se são quimicamente “agressivos. Nesse processo de escolha, considera-se também o tipo de fechamento da embalagem e procedimentos complementares, como pasteurização e esterilização, a serem feitos durante o envase para definir qual adesivo e material são mais apropriados.

Os adesivos podem ser classificados de diversas maneiras, como por exemplo, pela natureza química, pelo tipo de aplicação, pela apresentação, pela diluição, performance, tecnologia ou tipo de matéria prima.

O uso das embalagens laminadas, também conhecidas como flexíveis ou convertidas, tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. As razões do crescimento estão relacionadas com a evolução de tecnologias de materiais e adesivos, que oferecem diversas vantagens, tais como “uma barreira” contra agentes externos, deslizamento eficiente no fluxo industrial, selagem confiável e resistência para o processo de logística. Além disso, esse tipo de embalagem é flexível, tanto em seu material, quanto em seu uso, e também permite uma grande variedade de design, o que pode valorizar ainda mais um produto e até mesmo reduzir custos em sua produção, como veremos nos próximos parágrafos.

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Embalagens sustentáveis e redução de custos

Os principais objetivos de uma embalagem sempre estiveram muito relacionados com seus atributos para atrair o consumidor. Como torna-la visualmente mais atraente, como personaliza-la de acordo com o perfil de interesse e outros pontos similares. No entanto, as formas de minimizar as questões ambientais estão sendo bem discutidas no segmento. Grandes e respeitadas empresas têm se atentado muito mais a esse tipo de questão e estão optando por trabalhar com tecnologia sustentável. Essa prática ajuda a reduzir os compostos tóxicos, substituindo substancias nocivas por biodegradáveis, mantendo os valores acessíveis e garantindo a qualidade dos produtos, tudo ao mesmo tempo.

Esse tipo de planejamento integra muitos fatores, que vão desde a produção até a embalagem. O documento “Perfect Fit”, da influente Flexible Package Europe (FPE), associação que representa os interessados no ramos de embalagens flexíveis na Europa, apresenta um posicionamento inovador e mais sustentável para o setor e analisa as embalagens flexíveis afirmando que são opções que otimizam as funcionalidades ao mesmo tempo que aproveitam melhor os recursos com uma proposta mais sincronizada com as demandas da sociedade e com as novas oportunidades de negócio.

Em posse dessas informações relacionadas aos benefícios ambientais das embalagens flexíveis, notou-se também a possibilidade e necessidade de reduzir custos e criar a definição das melhores matérias-primas para compor cada formulação, garantindo alta qualidade e otimizando processos para que os novos projetos de embalagens sejam menos agressivos ao meio ambiente, mas também continuem sendo economicamente viáveis, possibilitem reciclagem e façam uso de matérias-primas com menor impacto ambiental.

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